nov 19

A Nasa (agência espacial norte-americana) informou que conduziu com sucesso o primeiro teste de uma nova rede de comunicações espaciais baseada na internet. De acordo com a agência, a idéia é criar uma internet interplanetária.

“Esse é o primeiro passo para criar um sistema totalmente novo de comunicações no espaço, uma internet interplanetária”, afirma Adrian Hooke, gerente de arquitetura de comunicações espaciais. Engenheiros do JPL (Jet Propulsion Laboratory) utilizaram um sistema chamado Disruption-Tolerant Networking (DTN) para transmitir dezenas de imagens do espaço para uma sonda que está a 32 milhões de km da Terra –as imagens também “viajaram” no caminho inverso.

O sistema, que deve ser capaz de contornar problemas como atrasos, interrupções e quedas na conexão no espaço, foi desenvolvido em parceria com Vint Cerf, um dos “pais” da internet, que atualmente é vice-presidente do Google.

De acordo com a Nasa, o DTN utiliza um sistema diferente do TCP/IP, conjunto de protocolos de comunicação que regulam o funcionamento básico da internet. O DTN não prevê um fluxo contínuo dos dados da conexão –de acordo com a agência, falhas podem ocorrer quando uma sonda passa por trás de um planeta.

Pelo sistema, é possível enviar dados a Marte com tempo entre 3,5 minutos e 20 minutos. “Hoje, a equipe precisa agendar manualmente cada link e gerar todos os comandos para especificar que dados enviar, quando enviar e para onde enviar”, afirma Leigh Torgerson, gerente do DTN Experiment Operations Center no JPL. “Com a padronização do DTN, isso pode ser feito automaticamente.”

A agência afirma que a “internet planetária” pode permitir novos tipos de comunicações no espaço, incluindo vôos complexos envolvendo várias sondas e garantir uma comunicação confiável com astronautas na Lua.

nov 13

A Microsoft quer tornar seu portal Windows Live algo mais parecido com uma rede social, com recursos que serão adicionados na próxima atualização de seus serviços e aplicativos online.

Os usuários do Windows Live poderão permitir que as pessoas classificadas como “amigos” vejam as atividades que estiverem fazendo em outros aplicativos Web, disse o vice-presidente do Windows Live na Microsoft, Chris Jones.

“Estamos integrando as noções de rede social, e-mail e comunicador instantâneo em uma experiência consistente”, disse ele.

Os recursos serão semelhantes ao  ”news feed”, modo como o Facebook permite que os usuários sejam notificados, via e-mail em seus sites, sobre o que seus amigos estão fazendo nos aplicativos que usam no Facebook.

As mudanças devem ser lançadas antes do final do ano, apesar de alguns aplicativos, como o Windows Live Hotmail, já terem sido atualizados para a nova versão, completou Jones.

Para os novos recursos, a Microsoft fez parceria com sites terceiros, para linkar seus aplicativos ao Windows Live. As parcerias incluem Flickr, iLike, LinkedIn, Yelp, Flixster, Pandora, Twitter, Photobucket e Tripit.

Por exemplo, se um usuário do Live postar uma nova imagem no Flickr, seus amigos serão notificados quando eles enviarem um e-mail ao usuário do Live, disse Jones. Esta notificação irá aparecer na página que confirma que o e-mail foi enviado e incluirá um link para as fotos.

Num outro esforço para promover ao usuário uma experiência com a próxima versão do Windows Live, a Microsoft integrará a lista de contatos do Live aos serviços Messenger, Hotmail, Outlook e Calendar, acrescentou Jones.

nov 13

A AES Eletropaulo Telecom anunciou nesta quinta-feira (13) a disponibilidade comercial do sistema de conexão à internet por meio da rede elétrica na Grande São Paulo. De acordo com a empresa, a tecnologia deve chegar ao consumidor no primeiro trimestre de 2009 –o prazo depende da adoção do sistema por parte das operadoras, já que a Eletropaulo fornece apenas a infra-estrutura.

Com o sistema, chamado BPL (Broadband Powerline), o usuário pode acessar a internet ao plugar um modem especial em qualquer tomada da casa. A tecnologia “injeta” a conexão vinda de um cabo de fibra óptica na rede elétrica.

O serviço está em teste no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, desde o fim do ano passado. Atualmente, 150 clientes em 20 prédios da região têm acesso à esse tipo de conexão.

“A vantagem é que você não precisa fazer cabeamento, quebrar parede para puxar cabos que permitam o acesso à internet. É só usar as tomadas que já existem na residência”, afirma Teresa Vernaglia, diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom.

Injeção

Os equipamentos que unem o sinal da fibra óptica à rede elétrica podem ser colocados nos postes de rua ou diretamente nos medidores (popularmente conhecidos como “relógios”) dos prédios. A empresa afirma que o sistema é mais adequado para edifícios, em que a conexão é dividida para vários clientes. Montar essa infra-estrutura para uma casa sairia muito caro.

De acordo com a Eletropaulo, durante os testes o sistema permitiu uma conexão de 80 MB por prédio: a velocidade para cada cliente vai depender do número de assinantes no local e do serviço contratado com a operadora.

Hoje, a empresa afirma que tem 2.000 km de fibra óptica instalada na Grande São Paulo –valor equivalente à distância entre São Paulo e Aracaju.

Liqüidificador VS. Navegação

Vernaglia reconhece que a internet pode sofrer com a interferência de outros eletrodomésticos –ao ligar um liqüidificador, por exemplo, a velocidade da conexão pode cair. Mas, segundo ela, os problemas “são mínimos” e podem ser resolvidos por meio de filtros plugados à tomada.

O serviço não será oferecido diretamente aos consumidores. A Eletropaulo apenas fornece a infra-estrutura de rede para operadoras interessadas em adotá-lo. A empresa afirma estar negociando com as operadoras, para que o sistema seja lançado efetivamente no primeiro trimestre do ano que vem.

A idéia é que a internet pela rede elétrica seja utilizada em locais de difícil acesso, longes das centrais telefônicas, em que seria necessário alto investimento para instalar uma nova rede de fibra óptica. Também deve ser aplicado em prédios que não comportem novos cabos para melhorar a qualidade do acesso à web.

Por enquanto, estão homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) apenas os equipamentos usados para a conexão direta nos prédios. O uso dos postes ainda está em fase de regulamentação pela agência.

out 31
HostDime lança LicencacPanel.com.br
icon1 Revenda de Hospedagem | icon2 Mercado, Novidades | icon4 10 31st, 2008| icon3Sem comentarios »

A HostDime lançou hoje o site http://www.licencacpanel.com.br para oferecer licenças do cPanel, RVSkin e Fantastico para clientes fora de sua rede.

O site presta serviços com preços baixos e os clientes podem usufruir do suporte incomparável da HostDime. É possível contratar o cPanel por apenas R$ 29,00 mensais (Licença para VPS) e o Fantastico/RVSkin por apenas R$ 5,00 mensais (cada).

Se você tem um servidor dedicado ou vps fora da rede da HostDime, o LicencacPanel.com.br é uma boa pedida.

Visite: www.licencacpanel.com.br

out 30

Onze bancos brasileiros já oferecem seus serviços de nternet por meio de domínios “b.br”, exclusivos para instituições financeiras. A nova possibilidade de registro foi criada há um mês pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) com o objetivo de aumentar a segurança dos usuários que realizam movimentações bancárias pela Internet.

Veja a lista dos bancos que já têm  novo endereço:

Banco Alfa S/A;
Banco Bonsucesso S/A;
Banco Bradesco S/A;
Banco BVA S/A;
Banco Cooperativo Sicredi S/A - BANSICRED;
Banco Industrial e Comercial S/A;
Banco Prosper S/A;
Banco Schahin S/A;
Banrisul;
Banco do Estado do Rio Grande do Sul;
Paraná Banco S/A.

O Bradesco foi o primeiro banco brasileiro a disponiblizar seus serviços online por meio do domínio “b.br”. A lista de instituições quenjá aderiram ao domínio pode ser vista, com atualizações em tempo real, no site do NIC.br, no endereço http://nic.br/dominios/dom-bbr.htm.

Maior segurança

Segundo Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br, essa ação visa principalmente aumentar a segurança dos usuários na rede: “Algumas da fraudes costumeiras e que preocupam os usuários ficarão impossibilitadas no b.br. Por exemplo, um sítio que tenha nome terminado em b.br será, certamente, um banco”, afirma. De acordo com as regras para o registro desses domínios, o nome registrado sob esse DPN será, obrigatoriamente, de uma instituição bancária, e a triagem dessas instituições será realizada pelo NIC.br. A adoção do domínio é opcional tanto para as instituições que já têm sites, quanto para as que queiram criar o seu.

Além do caráter restrito inerente ao novo DPN, o b.br contará com a adoção obrigatória do protocolo DNSSEC, que adiciona segurança ao DNS, por meio da assinatura das respostas. Dessa forma, a possibilidade de fraude no acesso ao DNS será eliminada, desde que a cadeia de resolução utilizada pelo usuário final possua DNSSEC.

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